Oficinas

4/11 – manhã
9h30 às 12h30 (Carga horária 3h)

MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Jane Borges

Nesta oficina serão realizadas atividades que procurarão despertar e desenvolver o prazer de ouvir e fazer música. Através desse contato com o universo sonoro as propriedades do som, altura, duração, intensidade e timbre, serão exploradas informalmente e as atividades, geralmente de caráter lúdico, ajudarão no desenvolvimento da percepção auditiva, imaginação, coordenação motora, memorização, socialização, expressividade, percepção espacial, entre outras. Também forneceremos ferramentas básicas que ajudarão no conhecimento e desenvolvimento da voz cantada. Trabalharemos com canções e jogos musicais, adequados às faixas etárias e que poderão ser utilizadas em sala de aula, para o desenvolvimento da expressão musical onde a imitação, a percepção e a criação são os principais elementos deste processo.

Observação: Pedimos que as pessoas participantes da oficina venham com roupas confortáveis, para o bom desenvolvimento das atividades.

Local: AT – sala 235

OFICINA PRÁTICA DO ENCONTRO DE GRUPO INDÍGENA NORDESTINO KARIRI XOCÓ EM ESPAÇOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Zilda Oliveira de Farias – Dida Farias (Professora na Educação Infantil há 23 anos- Pedagoga formada pela UNESP/ Membro da Rede de Apoio a Cultura e Luta Indígena)

Apresentação: Esta oficina está focada na exposição prática e dialógica de um projeto realizado por quatro anos em algumas instituições de educação infantil em Campinas e região onde um grupo indígena interage com professoras, crianças e suas mães e pais, apresentando sua cultura e lutas na Aldeia Kariri Xocó localizada no município de Porto Real do Colégio – estado de Alagoas. Objetivos: Conhecer um pouco dos resultados e projetos construídos a partir destas relações para valorizar e respeitar, para romper com estereótipos sobre a cultura e história indígena e nordestinos; Provocar para a possibilidade deste encontro com crianças pequenas e sua famílias no espaço institucional; Ampliar esta integração direta com indígenas para ouvir e sentir como vivem hoje em dia, como sobrevivem e suas lutas no cotidiano.Prática: Exposição de imagens e de objetos patrimoniais da Aldeia,Roda de conversa, Ouvir os sons do Rojão ( canto de Trabalho) e de Torés ( canto de dança ), Pintura Corporal Facial com lápis preto ( na ausência da tinta de jenipapo verde).

Local: AT10 – sala 236

“INVENÇÕES E TRANSGRESSÕES POÉTICAS DE CRIANÇAS PEQUENININHAS QUE (DES)ORGANIZAM OS ESPAÇOS”

Vanessa Lima (SME/Campinas)

Vania Freire Mendonça Brega (SME/Campinas)

Jessica Katiuscia de Lima (SME/Campinas)

A oficina será constituída de três partes: – A primeira parte tratará das trajetórias, concepções, lugares e poéticas dos participantes da oficina, partindo da “oficineira”, professora de Educação Infantil da rede pública da cidade de Campinas. As concepções de criança e infância inspiradas na poética de Manoel de Barros; a segunda parte tratará de peraltagens de crianças pequenininhas que (des) organizaram os espaços da creche, disparando um tornar-se professora no encontro com as crianças e suas infâncias, ou ainda, um planejamento pedagógico que traga as “condições perálticas” para que as crianças pequenininhas criem; a terceira parte será um convite-desafio aos participantes que, num exercício de ser criança, tentem botar os verbos em delírio como a criança poeta que escuta a cor do passarinhos, ouvindo a sua própria prática com outros olhos.

Local: AT10 – sala 237

POÉTICAS DO/NO CORPO, INTERLOCUÇÃO ENTRE IMAGEM E CRIAÇÃO

Fernanda Ferreira de Oliveira Bailarina (Coreógrafa e Professora de Educação Infantil do Município de Piracicaba)

As/Os participantes entrará em contato com provocações poéticas do/no Corpo nos desvios do caminho da Imagem, compreendida enquanto símbolo no seu sentido de significação imaginária. A experiência estética na formação das/dos docentes de crianças pequenas perfaz no pertencer-se corpo.

Local: AT10 – sala 238

4/11 – tarde
14h às 17h (Carga horária 3h)

EDUCAÇÃO INFANTIL, MÚSICA E INCLUSÃO

Valéria Asnis

Local: AT10 – sala 235

BRINCADEIRAS CANTADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Cris Mara Corrêa (professora de dança – Creche Pré-Escola Central SAS- USP)
Miranda de Amaralina (arte-educador no Projeto PIÁ da Secretaria de Cultura do município de São Paulo)

Local: AT10-sala 232

QUANDO A ARTE TRANSBORDA OS PAPÉIS: DE BAGUNÇA À LAMBANÇA, AS MARCAS DAS CRIANÇAS PEQUENININHAS

Beatriz Tomaz Ruela (Monitora de educação infantil da rede municipal de Campinas / integrante da coordenação do FMEIC)

A partir de imagens, pensar novas possibilidades para as crianças pequenininhas, que envolva todo o corpo, cheias de experimentações, sensações e prazer em fazer arte. Esta oficina traz uma reflexão sobre como arte e ciência não se separam, pois pensar e fazer, corpo e mente fazem parte do processo criativo coletivo das crianças de até 3 anos, na creche. Em constante diálogo com a pedagogia da infância, a arte é fundamental na formação de docentes que atuam com crianças para o resgate da dimensão lúdica e mais humana.

Local: AT10 – sala 234

MUSICUORE

Marta Raquel de Araújo Lima Moreira (SME/Campinas)
Ruy Braz (SME/Campinas)

A proposta desta oficina é a vivência da música, possibilitando ao corpo a autonomia do movimento, em diferentes expressões musicais, ao mesmo tempo em que conhecemos um pouco da intencionalidade fundante de tais expressões. Criar, ver com outros “ouvidos”, respirar música, falar corporalmente, sem entraves, sem (pré)conceitos, cem possibilidades.

Somente a poética da música. E sua mágica em “nosso” corpo, em nossa mente.

Local: AT10 – sala 236

CORPO – PERFORMANCE E NARRATIVAS

Ana Claudia Caldeiron (SME/Campinas e mestranda em Educação pela Unicamp)

Narrativas gestuais em performance. O corpo e seus escritos de vidas: singularidade e multiplicidade estética. Territórios de experiência do sentir e pensar livremente. A partir da ideia que apresenta o alfabeto teatral o objetivo desta oficina é refletir sobre o corpo e suas percepções dentro de um processo criativo que abre algumas possibilidades para questionarmos se há fronteiras em nossa forma de ver e atuar com as crianças pequenininhas na creche.

Observação: Uso de roupas confortáveis para o trabalho de corpo, movimento… As pessoas participantes da oficina devem vir preparadas para ficar descalças ou de meias durante a atividade.

Local: AT10 – sala 237

PRÁTICA DE INTRODUÇÃO À MANIFESTAÇÃO CULTURAL POPULAR DO MARACATU NAÇÃO OU MARACATU DE BAQUE VIRADO PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL.

Tatiane Moraes Farias

Juliana Gomes Vianna

Apresentação: O maracatu é uma manifestação da cultura popular brasileira que envolve dança e música. Originário do estado de Pernambuco, o maracatu nação ou maracatu de baque virado é ritmado por instrumentos de percussão, principalmente tambores, xequeres, gonguê, e caixa de guerra. A manifestação tem relação com a religião de matriz africana, e a sua dança se desenvolve num cortejo que conta com rei, rainha e toda uma corte simbólica. Esta oficina tem por objetivo resgatar e apresentar este bem cultural e patrimonial que é o maracatu e propagar essa cultura tradicional de matrizes africanas nas escolas de educação infantil, afim de nos apropriarmos deste bem cultural muitas vezes desconhecido para valorizar e fortalecer ainda mais nossas raízes. A idéia é passar uma base da percussão e musicalidade desta manifestação aos educadores e educadoras, afim de que estes possam apresentar e trabalhar estas linguagens da música e da dança com suas crianças.Objetivos: Ampliar o repertório cultural e popular de crianças e professores; Apresentar cada instrumento que compõem o maracatu de baque virado; Vivenciar ritmos básicos do maracatu com o corpo e com instrumentos, tocando e dançando; Promover a integração de crianças e professores com a cultura popular brasileira. Prática: Roda de conversas; Exposição de instrumentos; Ritmos básicos do maracatu; Vídeo/cd da Nação de Maracatu Porto Rico.

Local: AT10 – sala 238

HORTA NA CRECHE E NA PRÉ-ESCOLA

Marcia Satomi Tsuda (Coordenadora Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Presidente Prudente e Membro do Grupo Gestor do Fórum Paulista de Educação Infantil)

Esta oficina versará sobre o cultivo de horta na creche e na pré-escola como um compromisso de traduzir por meio da prática o artigo das novas Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Infantil, em especial, o artigo 9º, inciso X, que garantem experiências que “promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais”. A proposta é pensar numa nova forma de pensar e viver a vida na terra por meio das Três Ecologias de Felix Guattari. Acreditamos que a terra é um ser vivo que assegura a sobrevivência dos seres humanos de todas as espécies que nela habitam. Apresentaremos a horta pelo principio da Agricultura Natural preconizado por Mokiti Okada, pois é considerado sustentável por respeitar o solo não usando nenhum agroquímico, com um cultivo que se utiliza de compostos naturais, em especial as folhas e os capins secos. Acreditamos que é a forma pelo qual as crianças poderão ter a primeira experiência de cultivo para observar e perceber as leis da natureza em funcionamento. Todas as escolas podem inserir esta experiência no seu cotidiano, pois além dos canteiros podem ser cultivados em vasos e floreiras.

Local: AT10 – sala 239